Grids & Layouts

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Nesta aula aprenderemos as diferenças entre grid de colunas, porcentagem, padrões de layout e como utilizar essas técnicas para melhorar a composição das nossas interfaces.

Nesta aula aprenderemos as diferenças entre grid de colunas, porcentagem, padrões de layout e como utilizar essas técnicas para melhorar a composição das nossas interfaces.

Henrique Stopassoli

Willian Matiola

44 min

30 pts

Design

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  • Tópicos abordados

    • Sistemas Espaciais

    • Como e onde aplicar esses espaços

    • The Box Model

    • Unidades de Medida (px, %, fr)

    • Grids

      • Colunas

      • Modulares

      • Hierárquicos

      • Mobile

      • Dashboards

      • Smartwatches

      • Ícones

    • Layouts

      • Fixos

      • Fluídos

      • Adaptativos

      • Responsivos

      • Leitura em F e Z

    • Analisando Grids & Layouts

    • Sistemas Espaciais

    • Como e onde aplicar esses espaços

    • The Box Model

    • Unidades de Medida (px, %, fr)

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      • Colunas

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    • Sistemas Espaciais

    • Como e onde aplicar esses espaços

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      • Leitura em F e Z

    • Analisando Grids & Layouts

Sobre

A organização visual é o alicerce de qualquer design de interface (UI) de alta qualidade. Seja no design digital ou gráfico, o uso estratégico de grids e layouts é o que garante uma organização consistente e profissional às interfaces. Este artigo explora os fundamentos sobre como estruturar designs de maneira lógica e eficiente.

1. O que são Sistemas Espaciais?

Um sistema espacial é um conjunto de valores pré-definidos utilizados para manter a consistência em todo o projeto. Em vez de escolher valores aleatórios para margens, preenchimentos (paddings) e tamanhos, o designer utiliza uma lógica matemática.

A Regra do 8: Um modelo comum é o sistema de base 8 (8, 16, 24, 32, 40...), onde cada novo tamanho é um incremento de oito unidades.

Lógica de 4 pixels: Para maior granularidade, pode-se utilizar múltiplos de 4 para valores intermediários (como 12 ou 20 pixels), mantendo a harmonia com a base 8.

1.1 Benefícios dos Sistemas Espaciais:

Consistência Visual: O design parece pertencer ao mesmo ecossistema.

Velocidade na Tomada de Decisão: Restringir as opções de tamanhos facilita a escolha do designer, eliminando o "achismo".

Alinhamento da Equipe: Permite que diferentes designers trabalhem no mesmo projeto seguindo a mesma lógica, facilitando a colaboração.

2. Tipos de Grids e Layouts

Para estruturar uma interface de forma profissional, existem diversos modelos de grids que se adaptam a diferentes necessidades:

Grids de Colunas: Divisão vertical da tela, essencial para alinhar elementos de texto e imagens.

Grids Modulares: Divisão em módulos (blocos) que oferecem controle tanto vertical quanto horizontal.

Grids Responsivos e Adaptativos: Estruturas que se ajustam conforme o tamanho da tela do dispositivo.

Grids Fluídos: Aqueles que se expandem ou contraem proporcionalmente ao espaço disponível.

3. Prioridade de Elemento vs. Prioridade de Conteúdo

Uma decisão crucial no layout é definir como os elementos se comportam em relação ao seu tamanho. Segundo as fontes, existem duas abordagens principais:

Prioridade no Elemento (Valor Fixo)

Nesta abordagem, o container tem um tamanho definido e o conteúdo interno se ajusta a ele.

Exemplo: Definir que uma linha ou botão terá sempre exatamente 48 pixels de altura, independentemente do que estiver escrito dentro.

Prioridade no Conteúdo (Valor Dinâmico)

Aqui, o conteúdo e as margens internas (paddings) determinam o tamanho total do elemento.

Exemplo: Definir que um botão terá sempre 14 pixels de margem superior e inferior. Se o texto interno aumentar, a altura total do botão crescerá proporcionalmente para manter as margens.

Vantagem: É um modelo mais adaptativo e responsivo ao espaço ocupado.

Conclusão

Dominar grids, layouts e sistemas espaciais é transformar o design de um arranjo visual aleatório em uma ciência de organização. Ao aplicar essas regras, o UI Designer não apenas cria interfaces mais estéticas, mas também constrói sistemas escaláveis e fáceis de serem implementados por desenvolvedores.

A organização visual é o alicerce de qualquer design de interface (UI) de alta qualidade. Seja no design digital ou gráfico, o uso estratégico de grids e layouts é o que garante uma organização consistente e profissional às interfaces. Este artigo explora os fundamentos sobre como estruturar designs de maneira lógica e eficiente.

1. O que são Sistemas Espaciais?

Um sistema espacial é um conjunto de valores pré-definidos utilizados para manter a consistência em todo o projeto. Em vez de escolher valores aleatórios para margens, preenchimentos (paddings) e tamanhos, o designer utiliza uma lógica matemática.

A Regra do 8: Um modelo comum é o sistema de base 8 (8, 16, 24, 32, 40...), onde cada novo tamanho é um incremento de oito unidades.

Lógica de 4 pixels: Para maior granularidade, pode-se utilizar múltiplos de 4 para valores intermediários (como 12 ou 20 pixels), mantendo a harmonia com a base 8.

1.1 Benefícios dos Sistemas Espaciais:

Consistência Visual: O design parece pertencer ao mesmo ecossistema.

Velocidade na Tomada de Decisão: Restringir as opções de tamanhos facilita a escolha do designer, eliminando o "achismo".

Alinhamento da Equipe: Permite que diferentes designers trabalhem no mesmo projeto seguindo a mesma lógica, facilitando a colaboração.

2. Tipos de Grids e Layouts

Para estruturar uma interface de forma profissional, existem diversos modelos de grids que se adaptam a diferentes necessidades:

Grids de Colunas: Divisão vertical da tela, essencial para alinhar elementos de texto e imagens.

Grids Modulares: Divisão em módulos (blocos) que oferecem controle tanto vertical quanto horizontal.

Grids Responsivos e Adaptativos: Estruturas que se ajustam conforme o tamanho da tela do dispositivo.

Grids Fluídos: Aqueles que se expandem ou contraem proporcionalmente ao espaço disponível.

3. Prioridade de Elemento vs. Prioridade de Conteúdo

Uma decisão crucial no layout é definir como os elementos se comportam em relação ao seu tamanho. Segundo as fontes, existem duas abordagens principais:

Prioridade no Elemento (Valor Fixo)

Nesta abordagem, o container tem um tamanho definido e o conteúdo interno se ajusta a ele.

Exemplo: Definir que uma linha ou botão terá sempre exatamente 48 pixels de altura, independentemente do que estiver escrito dentro.

Prioridade no Conteúdo (Valor Dinâmico)

Aqui, o conteúdo e as margens internas (paddings) determinam o tamanho total do elemento.

Exemplo: Definir que um botão terá sempre 14 pixels de margem superior e inferior. Se o texto interno aumentar, a altura total do botão crescerá proporcionalmente para manter as margens.

Vantagem: É um modelo mais adaptativo e responsivo ao espaço ocupado.

Conclusão

Dominar grids, layouts e sistemas espaciais é transformar o design de um arranjo visual aleatório em uma ciência de organização. Ao aplicar essas regras, o UI Designer não apenas cria interfaces mais estéticas, mas também constrói sistemas escaláveis e fáceis de serem implementados por desenvolvedores.

A organização visual é o alicerce de qualquer design de interface (UI) de alta qualidade. Seja no design digital ou gráfico, o uso estratégico de grids e layouts é o que garante uma organização consistente e profissional às interfaces. Este artigo explora os fundamentos sobre como estruturar designs de maneira lógica e eficiente.

1. O que são Sistemas Espaciais?

Um sistema espacial é um conjunto de valores pré-definidos utilizados para manter a consistência em todo o projeto. Em vez de escolher valores aleatórios para margens, preenchimentos (paddings) e tamanhos, o designer utiliza uma lógica matemática.

A Regra do 8: Um modelo comum é o sistema de base 8 (8, 16, 24, 32, 40...), onde cada novo tamanho é um incremento de oito unidades.

Lógica de 4 pixels: Para maior granularidade, pode-se utilizar múltiplos de 4 para valores intermediários (como 12 ou 20 pixels), mantendo a harmonia com a base 8.

1.1 Benefícios dos Sistemas Espaciais:

Consistência Visual: O design parece pertencer ao mesmo ecossistema.

Velocidade na Tomada de Decisão: Restringir as opções de tamanhos facilita a escolha do designer, eliminando o "achismo".

Alinhamento da Equipe: Permite que diferentes designers trabalhem no mesmo projeto seguindo a mesma lógica, facilitando a colaboração.

2. Tipos de Grids e Layouts

Para estruturar uma interface de forma profissional, existem diversos modelos de grids que se adaptam a diferentes necessidades:

Grids de Colunas: Divisão vertical da tela, essencial para alinhar elementos de texto e imagens.

Grids Modulares: Divisão em módulos (blocos) que oferecem controle tanto vertical quanto horizontal.

Grids Responsivos e Adaptativos: Estruturas que se ajustam conforme o tamanho da tela do dispositivo.

Grids Fluídos: Aqueles que se expandem ou contraem proporcionalmente ao espaço disponível.

3. Prioridade de Elemento vs. Prioridade de Conteúdo

Uma decisão crucial no layout é definir como os elementos se comportam em relação ao seu tamanho. Segundo as fontes, existem duas abordagens principais:

Prioridade no Elemento (Valor Fixo)

Nesta abordagem, o container tem um tamanho definido e o conteúdo interno se ajusta a ele.

Exemplo: Definir que uma linha ou botão terá sempre exatamente 48 pixels de altura, independentemente do que estiver escrito dentro.

Prioridade no Conteúdo (Valor Dinâmico)

Aqui, o conteúdo e as margens internas (paddings) determinam o tamanho total do elemento.

Exemplo: Definir que um botão terá sempre 14 pixels de margem superior e inferior. Se o texto interno aumentar, a altura total do botão crescerá proporcionalmente para manter as margens.

Vantagem: É um modelo mais adaptativo e responsivo ao espaço ocupado.

Conclusão

Dominar grids, layouts e sistemas espaciais é transformar o design de um arranjo visual aleatório em uma ciência de organização. Ao aplicar essas regras, o UI Designer não apenas cria interfaces mais estéticas, mas também constrói sistemas escaláveis e fáceis de serem implementados por desenvolvedores.

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