Componentes

iniciante

27 min

Campos de Texto

Componentes essenciais de interface que permitem aos usuários inserir e fornecer informações para um sistema. Eles são amplamente conhecidos por termos como input fields ou, quando agrupados, como form fields (campos de formulário).

Introdução

Não existe uma regra rígida sobre onde utilizá-los, pois são necessários em quase todas as interações que exigem dados do usuário, tais como:

  • Páginas de login e cadastro (signup);

  • Campos de busca;

  • Inserção de datas, valores numéricos ou textos extensos.


Newsletter

640 designers já se inscreveram.

Anatomia

Diagrama da anatomia de um campo de busca em dois estados: padrão e focado. Sete pontos numerados identificam elementos estruturais, incluindo o rótulo (label), o container com borda, o ícone de lupa, o texto de placeholder, o ícone de limpar (X), o texto de suporte e o cursor de inserção de texto no estado ativo.

Um campo de texto bem projetado é composto por vários elementos, alguns obrigatórios e outros opcionais, que auxiliam na clareza e usabilidade:

  1. Container: O espaço físico que delimita onde o texto será inserido.

  2. Label (Rótulo): Identifica o que deve ser digitado. É crucial em formulários longos para que o usuário não esqueça o propósito do campo após começar a escrever.

  3. Placeholder: Texto temporário que indica o tipo de informação esperada (ex: "exemplo@email.com").

  4. Leading Icon: Ícone à esquerda, usado para indicar a intenção do campo (ex: uma lupa para busca).

  5. Trailing Icon: Ícone à direita, geralmente usado para ações como limpar o campo ou alternar a visibilidade de uma senha.

  6. Supporting Text (Texto de Apoio): Fornece instruções específicas, como requisitos de caracteres para senhas, ou exibe mensagens de erro.

  7. Input Text e Carrot (Caret): O texto digitado pelo usuário e a barra pulsante que indica a posição atual da digitação.

Estados

5 estados de componentes descritos a seguir

Para uma boa experiência do usuário (UX), o campo de texto deve reagir visualmente às interações. Os principais estados são:

  1. Default (Padrão): O estado inicial e inativo do campo.

  2. Hover: Quando o usuário passa o mouse sobre o campo, geralmente indicado por uma mudança na cor da borda.

  3. Focus (Ativo): Quando o campo está pronto para receber digitação. É vital que este estado seja visualmente distinto (com bordas coloridas ou sombras) para auxiliar na acessibilidade, especialmente para quem navega via teclado.

  4. Disabled (Desativado): O campo fica acinzentado e não permite interação, geralmente por alguma condição não atendida.

  5. Error (Erro): Indicado geralmente pela cor vermelha e, idealmente, acompanhado de um ícone, garantindo que pessoas com deficiências visuais (como daltonismo) identifiquem o problema.

Variações

Interface de usuário em tema escuro exibindo diversos campos de formulário e componentes de input. A imagem mostra campos de URL com prefixo “https://” e sufixo “.com”, campo de nome de usuário com ícone de usuário, campo de busca com ícone de lupa e texto “Digite sua busca”, campo de senha com caracteres ocultos e ícone de visualização, seletor numérico com setas para cima e para baixo, seletor de ano mostrando “2024”, campo com tags selecionadas “Willian M.” com opção de remover, e um campo de busca preenchido com o texto “componentes.design”.

Os campos de texto podem variar conforme a necessidade do sistema:

  • Prefixos e Sufixos: Informações fixas que não mudam (ex: "R$" ou ".com").

  • Máscaras de Senha: Ocultam os caracteres digitados por segurança.

  • Text Area: Campos expansíveis para textos longos.

  • Tags/Tokens: Quando o sistema transforma uma entrada (como um e-mail) em um bloco visual após o "Enter".

Diferentes empresas adotam estilos variados: o Notion utiliza labels claros; a Superlist integra botões de ação dentro do próprio input; e o Material Design da Google popularizou o "floating label", onde o placeholder se transforma em um rótulo menor ao ser clicado.

Gostou da aula?

Considere virar membro para ter acesso a todas as aulas exclusivas, recursos e mentorias em grupo.

Precisa de ajuda?

Em casos de dúvidas, crises existenciais ou necessidade de um designer amigo para conversar, considere uma mentoria particular.

Introdução

Não existe uma regra rígida sobre onde utilizá-los, pois são necessários em quase todas as interações que exigem dados do usuário, tais como:

  • Páginas de login e cadastro (signup);

  • Campos de busca;

  • Inserção de datas, valores numéricos ou textos extensos.


Newsletter

640 designers já se inscreveram.

Anatomia

Diagrama da anatomia de um campo de busca em dois estados: padrão e focado. Sete pontos numerados identificam elementos estruturais, incluindo o rótulo (label), o container com borda, o ícone de lupa, o texto de placeholder, o ícone de limpar (X), o texto de suporte e o cursor de inserção de texto no estado ativo.

Um campo de texto bem projetado é composto por vários elementos, alguns obrigatórios e outros opcionais, que auxiliam na clareza e usabilidade:

  1. Container: O espaço físico que delimita onde o texto será inserido.

  2. Label (Rótulo): Identifica o que deve ser digitado. É crucial em formulários longos para que o usuário não esqueça o propósito do campo após começar a escrever.

  3. Placeholder: Texto temporário que indica o tipo de informação esperada (ex: "exemplo@email.com").

  4. Leading Icon: Ícone à esquerda, usado para indicar a intenção do campo (ex: uma lupa para busca).

  5. Trailing Icon: Ícone à direita, geralmente usado para ações como limpar o campo ou alternar a visibilidade de uma senha.

  6. Supporting Text (Texto de Apoio): Fornece instruções específicas, como requisitos de caracteres para senhas, ou exibe mensagens de erro.

  7. Input Text e Carrot (Caret): O texto digitado pelo usuário e a barra pulsante que indica a posição atual da digitação.

Estados

5 estados de componentes descritos a seguir

Para uma boa experiência do usuário (UX), o campo de texto deve reagir visualmente às interações. Os principais estados são:

  1. Default (Padrão): O estado inicial e inativo do campo.

  2. Hover: Quando o usuário passa o mouse sobre o campo, geralmente indicado por uma mudança na cor da borda.

  3. Focus (Ativo): Quando o campo está pronto para receber digitação. É vital que este estado seja visualmente distinto (com bordas coloridas ou sombras) para auxiliar na acessibilidade, especialmente para quem navega via teclado.

  4. Disabled (Desativado): O campo fica acinzentado e não permite interação, geralmente por alguma condição não atendida.

  5. Error (Erro): Indicado geralmente pela cor vermelha e, idealmente, acompanhado de um ícone, garantindo que pessoas com deficiências visuais (como daltonismo) identifiquem o problema.

Variações

Interface de usuário em tema escuro exibindo diversos campos de formulário e componentes de input. A imagem mostra campos de URL com prefixo “https://” e sufixo “.com”, campo de nome de usuário com ícone de usuário, campo de busca com ícone de lupa e texto “Digite sua busca”, campo de senha com caracteres ocultos e ícone de visualização, seletor numérico com setas para cima e para baixo, seletor de ano mostrando “2024”, campo com tags selecionadas “Willian M.” com opção de remover, e um campo de busca preenchido com o texto “componentes.design”.

Os campos de texto podem variar conforme a necessidade do sistema:

  • Prefixos e Sufixos: Informações fixas que não mudam (ex: "R$" ou ".com").

  • Máscaras de Senha: Ocultam os caracteres digitados por segurança.

  • Text Area: Campos expansíveis para textos longos.

  • Tags/Tokens: Quando o sistema transforma uma entrada (como um e-mail) em um bloco visual após o "Enter".

Diferentes empresas adotam estilos variados: o Notion utiliza labels claros; a Superlist integra botões de ação dentro do próprio input; e o Material Design da Google popularizou o "floating label", onde o placeholder se transforma em um rótulo menor ao ser clicado.

Gostou da aula?

Considere virar membro para ter acesso a todas as aulas exclusivas, recursos e mentorias em grupo.

Precisa de ajuda?

Em casos de dúvidas, crises existenciais ou necessidade de um designer amigo para conversar, considere uma mentoria particular.

Conteúdo:

componentes.design

v3

Conteúdo de qualidade não precisa custar seu salário.

Esse projeto é uma resposta à elitização do ensino de design no Brasil. Meu objetivo principal é entregar conteúdo de qualidade que é pequeno em preço mas gigante em valor.

Leia mais sobre minha visão e meus valores no manifesto do projeto.

Newsletter

componentes.design

v3

Conteúdo de qualidade não precisa custar seu salário.

Esse projeto é uma resposta à elitização do ensino de design no Brasil. Meu objetivo principal é entregar conteúdo de qualidade que é pequeno em preço mas gigante em valor.

Leia mais sobre minha visão e meus valores no manifesto do projeto.

Newsletter

componentes.design

v3

Conteúdo de qualidade não precisa custar seu salário.

Esse projeto é uma resposta à elitização do ensino de design no Brasil. Meu objetivo principal é entregar conteúdo de qualidade que é pequeno em preço mas gigante em valor.

Leia mais sobre minha visão e meus valores no manifesto do projeto.

Newsletter

componentes.design

v3

Conteúdo de qualidade não precisa custar seu salário.

Esse projeto é uma resposta à elitização do ensino de design no Brasil. Meu objetivo principal é entregar conteúdo de qualidade que é pequeno em preço mas gigante em valor.

Leia mais sobre minha visão e meus valores no manifesto do projeto.

Newsletter

componentes.design

v3

Conteúdo de qualidade não precisa custar seu salário.

Esse projeto é uma resposta à elitização do ensino de design no Brasil. Meu objetivo principal é entregar conteúdo de qualidade que é pequeno em preço mas gigante em valor.

Leia mais sobre minha visão e meus valores no manifesto do projeto.

Newsletter