Select / Dropdown

Select / Dropdown

Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista.

Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista.

Henrique Stopassoli

Willian Matiola

34 min

20 pts

Componente

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  • Tópicos abordados

    • Introdução

    • Definição

    • Anatomia

    • Estados

    • Select vs Dropdown

    • Exemplos

    • Onde usar

    • Quando não usar

    • Tipos & Variações

    • Boas práticas

    • Prática no Figma

    • Introdução

    • Definição

    • Anatomia

    • Estados

    • Select vs Dropdown

    • Exemplos

    • Onde usar

    • Quando não usar

    • Tipos & Variações

    • Boas práticas

    • Prática no Figma

    • Introdução

    • Definição

    • Anatomia

    • Estados

    • Select vs Dropdown

    • Exemplos

    • Onde usar

    • Quando não usar

    • Tipos & Variações

    • Boas práticas

    • Prática no Figma

Sobre

No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.

1. O que é um Dropdown?

Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.

A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.

2. Anatomia e Estados do Componente

Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.

Anatomia Básica:

Anatomia de um dropdown. Descrição de todos os itens a seguir.
  1. Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.

  2. Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.

  3. Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.

  4. Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.

  5. Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.

  6. Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.

Estados Essenciais:

6 estados listados a seguir.
  • Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.

  • Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.

  • Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.

  • Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.

  • Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.

  • Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.

3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown

A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select nativo do Mac

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.

Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.

4. Quando utilizar cada componente?

A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:

Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Exemplo de um menu de coman do Figma

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Exemplo de um dropdown com seta e duas opções para alternar entre páginas

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Exemplo de formulário com seleção de países

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

Dropdown com opções de seleção. Cada item tem um radio button ao lado.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar

Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:

Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.

É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.

Mais detalhes na aula completa.

No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.

1. O que é um Dropdown?

Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.

A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.

2. Anatomia e Estados do Componente

Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.

Anatomia Básica:

Anatomia de um dropdown. Descrição de todos os itens a seguir.
  1. Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.

  2. Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.

  3. Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.

  4. Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.

  5. Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.

  6. Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.

Estados Essenciais:

6 estados listados a seguir.
  • Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.

  • Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.

  • Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.

  • Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.

  • Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.

  • Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.

3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown

A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select nativo do Mac

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.

Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.

4. Quando utilizar cada componente?

A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:

Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Exemplo de um menu de coman do Figma

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Exemplo de um dropdown com seta e duas opções para alternar entre páginas

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Exemplo de formulário com seleção de países

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

Dropdown com opções de seleção. Cada item tem um radio button ao lado.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar

Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:

Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.

É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.

Mais detalhes na aula completa.

No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.

1. O que é um Dropdown?

Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.

A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.

2. Anatomia e Estados do Componente

Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.

Anatomia Básica:

Anatomia de um dropdown. Descrição de todos os itens a seguir.
  1. Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.

  2. Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.

  3. Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.

  4. Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.

  5. Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.

  6. Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.

Estados Essenciais:

6 estados listados a seguir.
  • Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.

  • Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.

  • Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.

  • Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.

  • Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.

  • Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.

3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown

A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select nativo do Mac

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.

Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.

4. Quando utilizar cada componente?

A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:

Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Exemplo de um menu de coman do Figma

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Exemplo de um dropdown com seta e duas opções para alternar entre páginas

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Exemplo de formulário com seleção de países

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

Dropdown com opções de seleção. Cada item tem um radio button ao lado.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar

Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:

Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.

É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.

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