
Select / Dropdown
Select / Dropdown
Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista.
Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista.

Willian Matiola
34 min
20 pts
Componente

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Tópicos abordados
Introdução
Definição
Anatomia
Estados
Select vs Dropdown
Exemplos
Onde usar
Quando não usar
Tipos & Variações
Boas práticas
Prática no Figma
Introdução
Definição
Anatomia
Estados
Select vs Dropdown
Exemplos
Onde usar
Quando não usar
Tipos & Variações
Boas práticas
Prática no Figma
Introdução
Definição
Anatomia
Estados
Select vs Dropdown
Exemplos
Onde usar
Quando não usar
Tipos & Variações
Boas práticas
Prática no Figma
Sobre
No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.
1. O que é um Dropdown?
Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.
A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.
2. Anatomia e Estados do Componente
Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.
Anatomia Básica:

Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.
Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.
Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.
Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.
Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.
Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.
Estados Essenciais:

Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.
Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.
Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.
Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.
Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.
Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.
3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown
A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.
Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.
4. Quando utilizar cada componente?
A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:
Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar
Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:
Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.
É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.
Mais detalhes na aula completa.
No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.
1. O que é um Dropdown?
Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.
A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.
2. Anatomia e Estados do Componente
Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.
Anatomia Básica:

Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.
Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.
Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.
Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.
Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.
Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.
Estados Essenciais:

Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.
Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.
Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.
Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.
Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.
Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.
3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown
A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.
Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.
4. Quando utilizar cada componente?
A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:
Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar
Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:
Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.
É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.
Mais detalhes na aula completa.
No universo do design de interface, a escolha correta entre um Select e um Dropdown é fundamental para a usabilidade e a estética de um produto digital. Embora pareçam similares, esses componentes possuem anatomias, comportamentos e finalidades distintas que todo designer deve dominar.
1. O que é um Dropdown?
Um select ou dropdown é um elemento de UI que permite aos usuários escolher uma opção dentre várias disponíveis em uma lista. O select é inicialmente mostrado como uma caixa de seleção, frequentemente com uma seta apontando para baixo. Quando o usuário clica na caixa de seleção, uma lista suspensa (dropdown) se expande, revelando as opções disponíveis para escolha.
A interação básica ocorre através de um Trigger (gatilho), que é o botão que, ao ser clicado, exibe a lista de elementos. Esses elementos podem servir tanto para seleção de dados quanto para o redirecionamento para outras páginas.
2. Anatomia e Estados do Componente
Para criar um componente robusto no Figma, é necessário entender sua estrutura básica e os estados de interação.
Anatomia Básica:

Label (Rótulo): Opcional, mas comum em formulários para identificar o campo.
Container: O corpo que abriga o placeholder e o ícone.
Ícone: Geralmente uma seta indicando que a lista pode ser expandida.
Placeholder: Texto que indica que tipo de informação é esperada do usuário.
Barra de rolagem: Pode ser a padrão do sistema ou personalizada pelo designer.
Itens da lista: As opções disponíveis para seleção.
Estados Essenciais:

Active/Default: O estado original do gatilho antes da interação.
Disabled (Inativo): Quando o componente não permite interação.
Hover: Indica que o item é clicável ao passar o mouse.
Focus: Estado de destaque quando o componente é selecionado via teclado ou clique.
Filled (Completed): Quando um item já foi selecionado e o componente volta ao estado original exibindo a escolha.
Error: Comum em formulários para indicar que uma seleção obrigatória não foi feita ou está incorreta.
3. A Diferença Fundamental: Select vs. Dropdown
A dúvida mais comum entre designers iniciantes é diferenciar esses dois termos. A resposta reside no nível de personalização e controle do sistema.

Select: O gatilho pode ser personalizado, mas a lista de opções segue o estilo nativo do sistema operacional ou navegador (como iOS, Android ou Chrome). É mais simples de implementar tecnicamente, mas oferece menos controle visual.
Dropdown: Tanto o gatilho quanto a listagem são totalmente personalizáveis. O designer tem total liberdade para definir espaçamentos, adicionar ícones dentro da lista e criar um estilo visual único que se alinhe à marca.
4. Quando utilizar cada componente?
A aplicação prática varia conforme o contexto da interface:
Menus de Comando: Úteis para iniciar ações rápidas. Um exemplo clássico é o menu de largura no Figma, onde o usuário escolhe entre opções como "Fixed" ou "Hug Contents".

Menus de Navegação: Utilizados para agrupar links de acesso, permitindo que o usuário navegue entre diferentes seções de um perfil ou site.

Formulários: Onde o Select é mais comum por questões de padrão de sistema, embora o Dropdown personalizado também possa ser utilizado para manter a consistência visual.

Seleção de Atributos: Quando o usuário precisa escolher itens de uma lista, podendo incluir o uso de checkboxes ou radio buttons dentro do menu.

5. Melhores Práticas: Quando NÃO usar
Nem sempre um menu suspenso é a melhor solução de UX. Deve-se evitar o uso de Dropdowns/Selects quando:
Existem menos de 5 itens: Nesses casos, é preferível usar Checkboxes ou Radio Buttons, pois expõem todas as opções de uma vez, economizando cliques do usuário.
É mais rápido digitar do que selecionar: Para dados conhecidos, como a data de expiração de um cartão de crédito, um campo de texto (input) com máscara costuma ser mais eficiente do que rolar uma lista extensa de meses e anos.
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